A Polícia Federal apreendeu R$ 84,8 mil em dinheiro vivo, um Volkswagen T-Cross e um iPhone durante o cumprimento de mandados contra a advogada e sócia do bar Tatu Bola, Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro, em Cuiabá. A investigada foi presa preventivamente nessa terça-feira (25), por ordem da 4ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Tocantins, em procedimento relacionado à associação para tráfico de drogas e condutas afins.
Do total em espécie, R$ 75 mil foram encontrados dentro de uma gaveta de um móvel na sala do apartamento. Outros R$ 9,8 mil estavam no quarto da investigada, sobre a mesa de cabeceira. Os valores foram formalmente apreendidos e lacrados pela Polícia Federal.
Os agentes também apreenderam um Volkswagen T-Cross branco, ano 2020, com as chaves, além de um celular Apple iPhone nas cores branca e rosa. O aparelho estava bloqueado e foi encontrado com Thatiana durante a busca pessoal.
A ação foi realizada em um apartamento no Condomínio Helbor Park Elegance, em Cuiabá. O mandado autorizava os policiais a procurar e apreender elementos relacionados aos crimes investigados, incluindo documentos, computadores, celulares, mídias de armazenamento de dados e outros objetos que pudessem ter interesse para a investigação.
Além da busca e apreensão, havia contra Thatiana um mandado de prisão preventiva, também expedido pela Justiça Federal do Tocantins. A Polícia Federal comunicou o cumprimento da ordem à Justiça Federal em Mato Grosso e solicitou a realização de audiência de custódia.
Thatiana participou da audiência de custódia ainda na noite de terça-feira. O ato foi conduzido pelo juiz federal Jeferson Schneider, com a participação da procuradora da República Vanessa Cristhina Marconi Zago Ribeiro Scarmagnani, do advogado de defesa Fernando César de Oliveira Faria e do advogado Pedro Rodrigues da Silva Neto, representante do Tribunal de Prerrogativas da OAB-MT.
Por ser advogada, Thatiana foi mantida individualmente nas dependências da Superintendência Regional da Polícia Federal em Mato Grosso, conforme informado pela própria instituição à Justiça.
A defesa de Thatiana questiona a prisão preventiva e também a forma como a ordem de busca e apreensão foi cumprida pelos policiais federais.
Por VINÍCIUS ANTÔNIO




