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Zelensky se reúne com líderes europeus e pede garantias para ingressar na Otan

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Reprodução/Instagram

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se reuniu nesta quinta-feira (1), com uma série de líderes na Reunião da Comunidade Política Europeia, que ocorre este ano na Moldávia. Em um discurso, o ucraniano afirmou que 2023 é “para decisões”, e disse que no próximo encontro da Organização do Tratado do Atlântico Norte, em Vilnius, na Lituânia, é necessário um convite claro à adesão do país à aliança, e que são necessárias as garantias de segurança no caminho. Ainda neste ano, Zelensky disse que é preciso uma decisão positiva clara sobre o ingresso da Ucrânia na União Europeia.

Em encontro com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o ucraniano disse que ambos discutiram “maneiras específicas de implementar a Fórmula de Paz Ucraniana e consolidar o apoio global à iniciativa de paz da Ucrânia”. Em seu Twitter, o líder disse ainda que os dois tocaram no tema das garantias de segurança que o país busca receber antes de se tornar membro de pleno direito da Otan. “Além disso, enfatizei a necessidade de suspender incondicionalmente as restrições à exportação de produtos agrícolas ucranianos”, afirmou.

A alemã também usou a rede social para falar sobre o encontro. Segundo ela, a “Ucrânia fez progressos impressionantes no seu caminho para a União Europeia. Von der Leyen afirmou ainda: ‘Estamos ao seu lado, vamos trabalhar muito juntos para atingir esse objetivo'”.

Junto ao primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, Zelensky agradeceu o apoio britânico à Ucrânia, e disse, na mesma rede social, que o informou sobre a situação na linha de frente da guerra. “Para proteger nossa população e infraestrutura civil, é necessário criar um escudo aéreo sobre as cidades ucranianas”, disse o presidente, que também fez o apelo para que uma estrutura do tipo seja formada junto a outros líderes europeus.

Em seu Twitter, Sunak escreveu: “Estamos trabalhando com parceiros internacionais para garantir que a Ucrânia tenha a capacidade aérea de combate necessária para repelir a agressão russa em andamento”.

Fonte: Gazeta Digital