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UFMT: após ameaçar alunos, agente da PF é alvo de processo disciplinar

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Chama-se Adriano Soares Lima o policial federal, identificado como o autor de ameaças contra estudantes de Engenharia Civil da UFMT, no triste episódio da “lista da misogonia”.

O agente, que está na ativa, é alvo de um processo disciplinar por parte da Polícia Federal, que apura sua conduta diante das denúncias, que repercutiram bastante, na semana passada.

Lima é pai de um aluno de Engenharia Civil envolvido na criação de uma lista de calouras “estupráveis”.

Esse fato não apenas provocou revolta popular, como colocou o estudante na mira da Polícia Civil.

 Adriano Lima ficou “famoso” por ameaçar alunos: disse que, caso seu filho não se formasse, ninguém mais do curso se formaria.

A PF emitiu nota, na qual informa que abriu procedimento disciplinar, para “tomar as medidas administrativas cabíveis no âmbito interno”.

Uma câmera de segurança da UFMT flagrou Adriano circulando pelo bloco do ICET, onde o curso de engenharia é ministrado, no dia em que as ameaças ocorreram.

O aluno que criou a lista foi suspenso pela UFMT e proibido de manter qualquer contato com qualquer testemunha do caso.

Vale lembrar: no dia 4 deste mês, prints de conversas de alunos do curso de Engenharia e Direito, começaram a circular nas redes sociais sobre as alunas calouras que começaram a faculdade neste ano.

Nas mensagens, um dos alunos sugere que irá molestar uma caloura, enquanto o outro, alvo do processo disciplinar, sugere a criação de um ranking das alunas mais “estupráveis”.

A Polícia Civil continua investigando o caso.

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