Um levantamento com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua 2025, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que a renda mensal familiar por pessoa necessária para que um trabalhador seja considerado “classe média alta” em Mato Grosso é de R$ 10,5 mil.
A pesquisa, divulgada pelo perfil Dados Interativos no Instagram na última semana, aponta que o rendimento dos mato-grossenses supera a média nacional, estimada em R$ 10,4 mil.
O estudo revela que a renda mínima para integrar a faixa da “classe média alta” varia de R$ 5,5 mil a R$ 20,4 mil no país. O menor valor foi registrado no Maranhão, enquanto o maior aparece no Distrito Federal.
Entre as regiões do Brasil, Sul e Sudeste lideram os melhores rendimentos, especialmente São Paulo, com R$ 13,3 mil; Rio Grande do Sul, com R$ 12,8 mil; e Santa Catarina e Rio de Janeiro, ambos com R$ 12,6 mil.
Na sequência aparece a região Centro-Oeste, com o Distrito Federal destoando dos demais estados devido à elevada concentração de servidores federais com altos salários. Mato Grosso surge na última posição entre as unidades federativas da região, atrás de Mato Grosso do Sul, com R$ 11 mil, e Goiás, com R$ 10,8 mil.
Apesar disso, o Estado ainda supera todas as rendas médias registradas nas regiões Norte e Nordeste. Os maiores valores nessas regiões são de Tocantins, com R$ 9,2 mil, e Rio Grande do Norte, com R$ 8,2 mil, respectivamente.




