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Jovem que cravou canivete na nuca de ex-namorada é condenado a 17 anos

iStock/Foto ilustrativa

O autor dos crimes foi condenado por ameaça e tentativa de homícidio contra sua ex-namorada de 14 anos e um adolescente de 15

A Justiça do Distrito Federal condenou, após denúncia da Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri do Gama, o jovem de 22 anos acusado de cravar um canivete na nuca da ex-namorada, de 14 anos. João Marcos Rodrigues Ribeiro, 22, responde pelos crimes de ameaça e tentativa de homicídio contra a garota e um outro adolescente, de 15. A pena foi fixada em 17 anos de reclusão e um mês e 15 dias de detenção, inicialmente em regime fechado.

O crime ocorreu na tarde de 24 de março de 2023, na Quadra 55, setor central do Gama, ao lado de um colégio. João Marcos se aproximou das vítimas, pelas costas, e desferiu vários golpes de canivete na nuca e em outras regiões do corpo do adolescente. Presenciando o ocorrido, um policial militar reagiu, sacou a arma e ordenou que João se entregasse.

O adolescente atingido conseguiu fugir, mesmo ferido, mas João Marcos se virou contra a menina que acompanhava a primeira vítima. Ela era sua ex-namorada e tinha 14 anos. O condenado tentou acertar a faca na menina, mas ela colocou a mão para se defender e acabou ferida no braço.

Novamente o policial ordenou que João Marcos se entregasse, o que foi não foi atendido. O acusado foi detido somente depois da chegada de outros policiais, que dispararam balas de borracha e o prenderam. Em seguida, as vítimas foram socorridas, enquanto o condenado foi conduzido à delegacia de polícia.

João nutria um sentimento de ciúmes obsessivo pela ex. Segundo o promotor de Justiça Lucas Salomé, a condenação é extremamente representativa. “O caso chama atenção pela idade dos envolvidos e pela possessividade do acusado, que continuou perseguindo e ameaçando a adolescente depois do término do namoro. Além disso, as consequências para as vítimas foram extremamente graves, pois o adolescente do sexo masculino já realizou várias cirurgias e perdeu o ano letivo por conta das agressões. E as duas vítimas sofreram sérios danos psicológicos”.

Fonte: Metrópoles

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