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sexta-feira, julho 19, 2024
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Estudo indica que 14% dos cães e gatos possuem diabetes

Assim como os humanos, cães e gatos também podem sofrer com doenças crônicas que precisam de um acompanhamento veterinário mais próximo, tanto para a remissão dos sintomas decorrentes quanto para o controle dos problemas. 

Dentre as enfermidades que mais acometem os pets, um estudo feito com 220 animais pelo Grupo Petlove indicou que 14% sofrem com diabetes, um mal que exige tratamento adequado e mudanças na rotina alimentar e comportamental tanto para o controle das taxas de glicose bem como a possível remissão da doença nos felinos. 

Mas, segundo especialistas, muitos tutores ficam tão apreensivos com o diagnóstico de um problema crônico que, às vezes, esquecem das informações recebidas em consulta ou as dúvidas surgem depois.

Como identificar e tratar a diabetes?

Para auxiliar na identificação dos primeiros sinais de que o pet pode ter diabetes, a veterinária da Petlove, Joana Portin, chama a atenção para algumas mudanças no comportamento:

– aumento na produção de urina;

– maior consumo de água, aparentando ter mais sede;

– emagrecimento;

– respiração ofegante;

– vômitos;

– falta de apetite (o que evidencia a doença mais avançada);

– especificamente nos gatos, o “andar plantígrado”, que é quando os felinos caminham encostando o calcanhar no chão, um sintoma que aparece em estágios mais avançados.

Caso o tutor note tais mudanças, a orientação é procurar o médico-veterinário o mais breve possível para o diagnóstico correto da doença.

Após a identificação da diabetes, o tratamento indicado é a aplicação de insulina – que, por padrão, deve ser feita a cada 12 horas – e uma readequação na rotina alimentar do cão e do gato. O recomendado é passar a adotar rações específicas para pets diabéticos sempre que possível, já que elas contêm fibras que ajudam na manutenção da glicose no sangue e melhoram a ação da insulina. Essa alimentação terapêutica é essencial para que esse objetivo seja alcançado e ainda contém carboidratos de baixo índice glicêmico, que ajudam muito na estabilidade da glicose.

Além disso, é importante evitar oferecer ao pet com diabetes petiscos industrializados a base de farinha, frutas e legumes com muito açúcar (como a cenoura e a beterraba), alimentos gordurosos, carboidratos de alto índice glicêmico como arroz branco, batata inglesa e formulações a base de farinha branca.

Também é fundamental incluir no cotidiano dos cães e gatos exercícios físicos de modo regular, principalmente quando se estabelece uma rotina fixa (alimentação + exercício físico de baixa intensidade sempre no mesmo horário, por exemplo). Essa prática ajuda a manter os níveis de glicose estáveis.

Fonte: AGORA MT

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