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Beijo no rosto e encontro no STF: entenda relação cordial de Michelle e Moraes

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) se tornou centro de críticas nas redes sociais por cumprimentar o ministro Alexandre de Moraes com um beijo no rosto, nesta terça-feira (12). Gesto que provocou reações negativas entre apoiadores mais radicais do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas aliados ignoraram que Michelle e Moraes já tiveram encontros e conversas nos bastidores ao longo dos últimos meses.

Em janeiro deste ano, Michelle Bolsonaro teve um encontro reservado com Alexandre de Moraes em Brasília. A reunião ocorreu poucas horas antes de o ministro determinar a transferência de Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal para o 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como “Papudinha”.

foto de michelle bolsonaro cumprimentando alexandre de moraes com beijo no rosto

O gesto cordial entre Michelle e Moraes aconteceu durante a cerimônia de posse do ministro Kassio Nunes Marques na presidência do TSE (Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo)

O encontro aconteceu no gabinete de Moraes, no Supremo Tribunal Federal (STF), e foi articulado pelo deputado federal Altineu Côrtes, vice-presidente da Câmara.

Durante a conversa, Michelle teria feito um pedido direto ao ministro: que o ex-presidente passasse a cumprir prisão domiciliar em vez de permanecer sob custódia da Polícia Federal. Moraes, no entanto, negou o pedido naquele momento e optou pela transferência de Bolsonaro para uma Sala de Estado-Maior no Complexo da Papuda.

Michelle buscou ministros do STF para tentar aliviar situação de Bolsonaro

Nos bastidores, Michelle Bolsonaro passou a atuar diretamente nas articulações jurídicas envolvendo o marido. Antes da reunião com Moraes, a ex-primeira-dama também se encontrou com o ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, em uma tentativa de construir diálogo dentro do Supremo.

Moraes autorizou domiciliar de Bolsonaro após condenação de 27 anos por trama golpista

No ano passado, o ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado pelo STF no processo que investigou a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

O julgamento ocorreu na Primeira Turma da Corte, composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.

Bolsonaro foi condenado pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado com violência, grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Atualmente, o ex-presidente cumpre prisão domiciliar por razões de saúde, sob autorização de Alexandre de Moraes.

Fonte: Ric.com.br

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