Em pré-campanha pela reeleição à Câmara FederaL, a deputada Coronel Fernanda (PL) tem intensificado o uso das redes sociais para tentar “lacrar” perante o eleitorado.
Nesta semana, ela afirmou que os índices de violência contra a mulher em Mato Grosso “explodiram”, notadamente a partir do momento em que Lula (PT) assumiu a Presidência.
E completou dizendo que, no Governo Bolsonaro (PL), a realidade era “totalmente diferente” e que isso não acontecia.
O interessante é que a parlamentar não apresentou nenhum dado que pudesse respaldar sua afirmação.
Além disso, em quase quatros anos de mandato, a deputada-coronel não apresentou proposta voltada ao combate ao feminicído.
Na ânsia de defender o presidiário, Fernanda esquece que seu aliado se notabilizou por declarações e ações que o marcaram como misógino.
No Governo anterior, não havia divulgação sobre esse tipo de crime.
Para analistas, a Coronel Fernanda, quando nada, quer aproveitar o momento para “lacrar” e expressar a extrema idolatria ao ex-presidente.
O mesmo, por sinal, que, em agosto de 2020, a submeteu a um vexame público.
Foi vazado na internet um vídeo em que ela e o marido, o também coronel PM Wanderson Siqueira, choram, após Bolsonaro negar apoio à candidatura da militar, na eleição suplementar ao Senado.
Em 2021, a oficial se submeteu, também publicamente, a outro vexame e, mais uma vez, patrocinado por Bolsonaro.
A coronel e o marido foram ao “curralzinho” do Palácio da Alvorada, tentar marcar uma audiência com o então presidente e pedir apoio para 2002, quando ela disputarIA uma vaga na Câmara Federal.
O presidente se negou a marcar a reunião.
Veja vídeo:
Do DC




