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quarta-feira, março 18, 2026
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Sem prova, Coronel Fernanda diz que feminicídio ‘explodiu’ no Governo Lula

Em pré-campanha pela reeleição à Câmara FederaL, a deputada Coronel Fernanda (PL) tem intensificado o uso das redes sociais para tentar “lacrar” perante o eleitorado.

Nesta semana, ela afirmou que os índices de violência contra a mulher em Mato Grosso “explodiram”, notadamente a partir do momento em que Lula (PT) assumiu a Presidência.

E completou dizendo que, no Governo Bolsonaro (PL), a realidade era “totalmente diferente” e que isso não acontecia.

O interessante é que a parlamentar não apresentou nenhum dado que pudesse respaldar sua afirmação.

Além disso, em quase quatros anos de mandato, a deputada-coronel não apresentou proposta voltada ao combate ao feminicído.

Na ânsia de defender o presidiário, Fernanda esquece que seu aliado se notabilizou por declarações e ações que o marcaram como misógino.

No Governo anterior, não havia divulgação sobre esse tipo de crime.

Para analistas, a Coronel Fernanda, quando nada, quer aproveitar o momento para “lacrar” e expressar a extrema idolatria ao ex-presidente.

O mesmo, por sinal, que, em agosto de 2020, a submeteu a um vexame público.

Foi vazado na internet um vídeo em que ela e o marido, o também coronel PM Wanderson Siqueirachoram, após Bolsonaro negar apoio à candidatura da militar, na eleição suplementar ao Senado.

Em 2021, a oficial se submeteu, também publicamente, a outro vexame e, mais uma vez, patrocinado por Bolsonaro.

A coronel e o marido foram ao “curralzinho” do Palácio da Alvorada, tentar marcar uma audiência com o então presidente e pedir apoio para 2002, quando ela  disputarIA uma vaga na Câmara Federal.

O presidente se negou a marcar a reunião.

Veja vídeo:

Do DC

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