Home Política Esquecido pelo ‘capitão’, Mauro minimiza apoio do presidiário a senador

Esquecido pelo ‘capitão’, Mauro minimiza apoio do presidiário a senador

0
1

“Nunca vi apoio resolver os problemas. Quem resolve os problemas é quem está sentado com a caneta na mão”.

A declaração é do governador Mauro Mendes (União) e foi feita em entrevista, após ato de filiação do deputado Max Russi ao Podemos, no Hotel Fazenda MT,  na manhã deste sábado (7).

MM, na verdade, minimizava o aval do presidiário Jair Bolsonaro (PL) à pré-candidatura do senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo do Estado, em encontro, também neste sábado, dentro da Papudinha.

O governador ainda disse que apoios políticos não são determinantes “para resolver os problemas do Estado”.

Com isso, ele quis dizer que quem vai dar as cartas, a partir de abril, é o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que assumirá o comando da máquina.

Ele assumirá também a condição de candidato à reeleição, o que, pela ótica de Mauro, significa ter o poder nas mãos, por completo.

O governador, há pouco tempo, se esforçava para ter o apoio de Bolsonaro ao seu projeto, que mira sua própria candidatura ao Senado e a do seu vice ao Paiaguás.

Tentou, até mesmo, assumir o controle do PL no Estado, mas perdeu para os extremistas que adoram Bolsonaro e não queriam perder o controle da bandeira “Deus, Pátria, Família e Liberdade”.

Para analistas, com esse posicionamento, Mauro tenta manter a figura de poderoso, ao mesmo tempo em que emite sinais claros de desespero.

Ah, sim: ainda por cima, o União Brasil que ele comanda em Mato Grosso está rachado.

NO COMMENTS