Divulgação
O ChatGPT, ferramenta de inteligência artificial (IA) da OpenAI, registrou um crescimento expressivo após lançar um novo recurso de geração de imagens.
Nesta segunda, 31, Sam Altman, CEO da empresa, afirmou que a plataforma adicionou um milhão de novos usuários em apenas uma hora, ultrapassando sua própria marca de adoção acelerada.
Desde o lançamento em novembro de 2022, o ChatGPT já havia se tornado uma das plataformas de crescimento mais rápido da história, alcançando 100 milhões de usuários em apenas dois meses.
Com a introdução da geração de imagens, a adesão ao serviço acelerou ainda mais, quebrando seu próprio recorde de expansão.
‘Adicionamos um milhão de usuários na última hora‘, afirmou Altman em uma publicação no X (antigo Twitter), feita nesta segunda-feira, 31.
O novo recurso de fotos, chamado Images for ChatGPT, foi lançado na última semana e permite que usuários criem imagens por IA diretamente na plataforma.
A funcionalidade se tornou um fenômeno nas redes sociais ao popularizar criações inspiradas no estilo artístico do estúdio de animação japonês Studio Ghibli.
Embora o recurso gere questionamentos sobre violação de direitos autorais, a viralização resultou em um aumento abrupto na base de usuários do ChatGPT.
A popularidade começou quando Altman e engenheiros da OpenAI demonstraram a nova funcionalidade ao transformar uma selfie em um desenho animado.
Usuários rapidamente aderiram à tendência, compartilhando suas próprias imagens estilizadas, incluindo celebridades e políticos.
O tráfego intenso sobrecarregou os servidores da empresa, levando Altman a alertar sobre o risco de instabilidade na plataforma.
Nesta segunda, por exemplo, usuários encontraram mensagens de erro – na semana passada, o recurso já havia sido limitado apenas para assinantes das versões pagas do chatbot.
No domingo, 30, o executivo afirmou que os sistemas da OpenAI estavam ‘derretendo‘ devido à demanda, ressaltando a pressão sobre a infraestrutura da empresa.
‘Nossa equipe também precisa dormir‘, escreveu Altman, em tom descontraído, ao ‘pedir‘ que os usuários reduzissem a geração de imagens. Apesar do apelo, o crescimento não desacelerou.
Fonte: Estadão