O sobrenome Maggi pesa no agronegócio, mas não garantiu os votos necessários para eleger Carlos Fávaro e Neri Geller. Apoiados por Eraí e Blairo Maggi, os dois ex-ministros da Agricultura terminaram a eleição de domingo (4) sem conquistar as cadeiras que disputavam no Congresso.
Fávaro perdeu a disputa pela reeleição ao Senado, cujas vagas ficaram com Mauro Mendes e José Medeiros. Neri, que tentava voltar à Câmara dos Deputados, recebeu 31.383 votos e ficou na suplência. Os padrinhos eram fortes; o resultado, fraco.
Blairo chegou a declarar que ajudava a construir a candidatura de Neri e defendeu a experiência dele e de Fávaro para representar o setor produtivo. Eraí também se empenhou publicamente na defesa de Fávaro. A recomendação dos barões, porém, não encontrou respaldo suficiente nas urnas.



