Nem nos piores pesadelos poderia imaginar que o partido que tem os prefeitos das três maiores cidades de Mato Grosso, estaria em rota de declínio, simplesmente pelo fato de que nenhum deles vem atuando na pré-campanha do senador Wellington Fagundes, para concorrer ao Governo do Estado.
O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini cogitou na imprensa uma abstenção, mas foi visto por várias vezes com o governador, pré-candidato a reeleição, Otaviano Pivetta em várias situações, desde lançamentos até entregas de obras. Abílio confirmou a sua presença na convenção partidária do PL, evento que vai lançar a candidatura do senador, Wellington Fagundes na disputa pelo governo do estado, mas deixou bem claro várias restrições referentes a máquina pública, chegou até proibir servidor público municipal em horário de expediente de participar do evento.
Do outro lado da ponte, a prefeita de Várzea Grande, Flavia Moretti disse que só vai revelar seu apoio depois das convenções, porém, Pivetta está fazendo de tudo para resolver um dos piores e maiores problemas da cidade, a falta de água, quando propôs até uma intervenção do estado. Moretti e dirigente do PL em Mato Grosso, há muito tempo que demonstram total inviabilidade, revelando um curto circuito quando os assuntos são gestão, ideais e planejamento político para o futuro. A prefeita nunca confirmou que iria seguir um caminho oposto aos propostos pelo PL, porém, sempre demonstrou que já está desenvolvendo outras estratégias com o governador, Otaviano Pivetta.
Já o prefeito de Rondonópolis, Claudio Ferreira, não poupou na decisão e foi o primeiro a declarar apoio ao governador, Otaviano Pivetta. Assim como Claudio, outras lideranças políticas do interior do estado, aproveitaram a oportunidade para segui o mesmo caminho, demonstrando que do PL de 2024, só ficaram as histórias e compromissos.
Hoje, 22.07.2026 é o evento do PL, se Abílio já confirmou a sua presenta, é esperada a ausência de várias lideranças, que se caso confirmar a debandada, o universo está dando sinais para Wellington colocar o plano B em ação.
Diante das realidades dos fatos, é correto afirmar que Wellington Fagundes pode até ser o escolhido da cúpula nacional do PL, mas no estado, o cenário demonstra ser bem diferente dos discursos.
Como Wellington é brasileiro e a esperança é a ultima que morre, até o momento não se pode afirmar que o abandono dos três prefeitos é prejuízo, porque ainda não foram divulgadas as avalições desses gestores neste ano, nos últimos meses, o que mais eles têm em comum são crises, denuncias e investigações, vai que o afastamento deles na disputa eleitoral rumo ao governo do estado é simplesmente um livramento.
Wellington, excluído ou sortudo?




