O ministro Alexandre de Moraes prorrogou por mais 90 dias a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão foi assinada hoje (03), após novo pedido da defesa. O prazo anterior havia expirado em 25 de junho.
Bolsonaro segue submetido às mesmas restrições anteriores, como usar celular, telefone ou qualquer meio de comunicação, direta ou indireta, além de manter visitas restritas a pessoas previamente autorizadas pela Justiça.
A medida foi inicialmente determinada em março, sob justificativa de condição de saúde, e vinha sendo cumprida por Bolsonaro. No entanto, recentemente a defesa informou que o ex-presidente voltou a apresentar crises e pediu a realização de novos exames.
Agora, Bolsonaro permanece novamente com limitações impostas por Moraes, sem previsão de mudança no regime.



