24.7 C
Mato Grosso
sexta-feira, maio 15, 2026
spot_img
HomeNacionalFlávio tem desgaste inédito nas redes após áudio a Vorcaro, aponta estudo

Flávio tem desgaste inédito nas redes após áudio a Vorcaro, aponta estudo

O caso envolvendo o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que teria negociado cerca de R$ 134 milhões com o ex-dono do Banco Master para financiar o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), provocou forte desgaste na imagem do parlamentar nas redes sociais.

É o que mostram dados atualizados às 18h dessa quinta-feira (14) pelo sistema Hórus, plataforma de monitoramento em tempo real da AP Exata.

Os números da empresa mostram que 64,3% das menções ao senador são negativas, o pior índice entre os nomes monitorados e o mais alto desde o início de sua pré-campanha.

Segundo a empresa, o volume de menções negativas cresceu sete pontos percentuais após a divulgação da reportagem do Intercept Brasil, que revelou áudios, mensagens, documentos e comprovantes bancários ligados à negociação entre Flávio e Vorcaro.

De acordo com a publicação, Flávio teria negociado diretamente com o ex-banqueiro um aporte de US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões) para financiar o longa “Dark Horse”, cinebiografia inspirada na trajetória política de Bolsonaro. A reportagem afirma ainda que ao menos US$ 10,6 milhões, aproximadamente R$ 61 milhões, teriam sido transferidos entre fevereiro e maio de 2025 em seis operações bancárias ligadas ao projeto.

O levantamento da AP Exata também aponta queda no índice de confiança associado ao presidenciável, que recuou para 13,7%, uma baixa de 2,8 pontos percentuais em relação ao período anterior ao escândalo. Trata-se do menor patamar entre os pré-candidatos monitorados.

Para o cientista de dados e CEO da AP Exata, Sergio Denicoli, o impacto político da crise vai além do desgaste momentâneo nas redes sociais.

“O problema principal para a campanha bolsonarista é que o caso atinge diretamente a bandeira da moralidade, um ativo historicamente explorado por Jair Bolsonaro e por seus aliados em contraste com os escândalos envolvendo o PT”, afirma.

Apesar do desgaste, Flávio Bolsonaro liderou novamente o volume de menções nas redes nesta quinta-feira, com 24,7% do total monitorado pela AP Exata.

Em seguida aparecem o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 24,3%, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 18%. Renan Santos (Missão), fundador do MBL (Movimento Brasil Livre), teve 12,6%, enquanto o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), chegou a 9,8%.

O crescimento de Zema ocorreu após críticas públicas ao senador. Antes da crise, o ex-governador mineiro respondia por cerca de 10% das menções. Agora, ampliou sua participação em aproximadamente 14 pontos percentuais ao longo do dia.

De acordo com a publicação, Flávio teria negociado diretamente com o ex-banqueiro um aporte de US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões) para financiar o longa “Dark Horse”, cinebiografia inspirada na trajetória política de Bolsonaro. A reportagem afirma ainda que ao menos US$ 10,6 milhões, aproximadamente R$ 61 milhões, teriam sido transferidos entre fevereiro e maio de 2025 em seis operações bancárias ligadas ao projeto.

O levantamento da AP Exata também aponta queda no índice de confiança associado ao presidenciável, que recuou para 13,7%, uma baixa de 2,8 pontos percentuais em relação ao período anterior ao escândalo. Trata-se do menor patamar entre os pré-candidatos monitorados.

Para o cientista de dados e CEO da AP Exata, Sergio Denicoli, o impacto político da crise vai além do desgaste momentâneo nas redes sociais.

“O problema principal para a campanha bolsonarista é que o caso atinge diretamente a bandeira da moralidade, um ativo historicamente explorado por Jair Bolsonaro e por seus aliados em contraste com os escândalos envolvendo o PT”, afirma.

Apesar do desgaste, Flávio Bolsonaro liderou novamente o volume de menções nas redes nesta quinta-feira, com 24,7% do total monitorado pela AP Exata.

Em seguida aparecem o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 24,3%, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 18%. Renan Santos (Missão), fundador do MBL (Movimento Brasil Livre), teve 12,6%, enquanto o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), chegou a 9,8%.

O crescimento de Zema ocorreu após críticas públicas ao senador. Antes da crise, o ex-governador mineiro respondia por cerca de 10% das menções. Agora, ampliou sua participação em aproximadamente 14 pontos percentuais ao longo do dia.

Por Jorge Fernando Rodrigues

Noticias Relacionadas
- Advertisment -
Google search engine

Mais lidas