Além da polêmica em torno do desfile pró-Lula (PT), apresentado pela escola de samba Acadêmicos de Niterói, a performance também gerou debate sobre a forma como Bolsonaro (PL) e os conservadores foram retratados na Marquês de Sapucaí. Em uma das alegorias, a escola representou evangélicos dentro de latas de conserva.
A Acadêmicos de Niterói foi a primeira a desfilar pelo Grupo Especial na Sapucaí, nesse domingo (15), com o samba-enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”. Durante a apresentação, uma das alas fez críticas ao grupo que, segundo a agremiação, “atua fortemente em oposição a Lula, votando contra a maioria das pautas defendidas por ele, como privatizações e o fim da escala de trabalho 6×1”.
A ala, identificada pelo número 22, mesmo número do Partido Liberal (PL) nas urnas, foi intitulada “neoconservadores em conserva”. A fantasia fazia referência a uma lata com a ilustração de uma família composta por pai, mãe e duas crianças, símbolo da família tradicional brasileira.
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