Após lançarem um página no Instagram em 15 de dezembro, as “gêmeas siamesas” Valeria e Camila se tornaram uma sensação na rede social, angariando 325 mil seguidores após postagens sexy.
As irmãs alegavam ser da Flórida (EUA) e se apresentavam como portadoras de uma condição rara conhecida como gêmeos siameses dicefálicos parapagos, que ocorre quando um único óvulo fertilizado não se separa completamente após a concepção.
Elas então passaram a postar histórias sobre sua infância, desafios médicos e estilo de vida atual, acompanhadas de fotos sensuais, especialmente de biquíni ou roupas curtas e justas. Uma imagem as mostra até mesmo do lado de fora de um bar usando uma camiseta estampada com a palavra “Fetish” (fetiche). Em outra postagem, Camila e Valeria exibe uma blusa com a frase “Obrigada, Deus, por nos fazer gostosas”.
“Nossas colunas estavam perigosamente fundidas, então tivemos que passar por diversas cirurgias e operações ao longo de nossas vidas após o nascimento”, escreveram elas numa postagem.
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Embora muitos usuários tenham inundado os comentários com elogios à aparência delas, a verdade é que Valeria e Camila não existem de verdade. Elas são produtos de inteligência artificial (IA).
Analistas na web analisaram as imagens postadas pela conta usando técnicas de visão computacional, incluindo análise de textura e lógica contextual, e concluiu que as imagens eram falsas.
Segundo especialistas, as imagens que mostravam supostas cicatrizes cirúrgicas eram “anatomicamente impossíveis”.
“A imagem retrata gêmeas dicefálicas parapágicas, mas a junção no pescoço apresenta artefatos de mesclagem significativos, onde as texturas da pele e os folículos capilares se fundem de forma ilógica”, explicou um deles.




