No estilo do presidiário Jair Bolsonaro (PL), o governador Mauro Mendes (União), em plena pré-campanha ao Senado, tem apelado para expressões de cunho religioso para exaltar a sua administração.
Na semana passada, em périplo pelo Vale do Araguaia (Leste de MT), MM usou a abusou do nome de Deus, em seus discursos.
Em alguns momentos, por exemplo, exagerou ao afirmar que ele e sua equipe foram “escolhidos por Deus”.
Sobrou até para antecessores – sem citar nomes -, que, segundo ele, “destruíram o Estado”. E, nesse caso, Deus o escolheu para governar.
O governador creditou ao Divino o sucesso de seu Governo, ao afirmar que, até hoje, são “sete anos de prosperidade, como na Bíblia”.
Na mesma pré-campanha, o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que quer se eleger governador neste ano, adotou o bordão de que sua eleição representará “12 anos de prosperidade”.
Nas redes sociais, no show diário de bajulação explícita, deputados federais da extrema-direita em Mato Grosso não se cansam de afirmar que Bolsonaro é um “enviado de Deus”. Por isso, sofre “perseguição política”.
Para analistas, o pior é que a campanha eleitoral não começou de fato.




