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Morto carbonizado em VG foi vítima de facção, aponta delegado

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Jhonatan Diego Campos Silva, 37, encontrado carbonizado nesta segunda-feira (12), no Parque do Lago, em Várzea Grande, tinha várias passagens criminais, informou a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investiga um assassinato orquestrado por membros de uma facção criminosa.

Conforme o delegado Rogério Gomes, além do corpo de Jhonatan ter sido encontrado carbonizado no porta-malas de um carro, a perícia constatou ainda que ele estava amarrado por fios e que possivelmente tinha marcas de agressão no corpo.

“Vítima foi reconhecida pela família e tem vários antecedentes criminais por furto, roubo e violência doméstica. Ele também estava monitorado por tornozeleira eletrônica. Uma das principais linhas de investigação, é de que ele tenha sido vítima de membros de uma facção criminosa”, disse.

Segundo Gomes, para isso, foi considerado o modus operandi do crime – vítima amarrada, com sinais de violência, carro incendiado e corpo carbonizado –, bem como o histórico criminal.

Família relatou ainda que ele teria saído do presídio há pouco mais de um mês. Caso segue sob investigação da DHPP.

Crime

De acordo com as informações apuradas, o irmão de Jhonatan contou que estava indo trabalhar quando flagrou uma fumaça debaixo da ponte. Ele desceu no local e flagrou um carro pegando fogo.

Quando se aproximou, viu que se tratava do veículo do irmão, um Sandero RAT6H74. Ele percebeu que havia um corpo carbonizado no porta-malas. Ele acredita que o corpo é do irmão, que não foi encontrado.

Corpo de Bombeiros foi acionado, bem como a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Os restos mortais vão passar por exame de identificação no Instituto Médico Legal (IML). Caso segue sob investigação.

Por Yuri Ramires

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