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Família faz apelo para custear 4ª cirurgia no crânio de menina com condição rara

A pequena Eloá, de apenas seis anos, enfrenta desde o nascimento uma batalha gigante pela vida. Diagnosticada com cranioestenose, uma condição rara que impede o crescimento normal do crânio, ela precisa passar pela sua quarta cirurgia complexa em fevereiro de 2026. Sem suporte do SUS ou plano de saúde, a família iniciou uma campanha de arrecadação para quitar dívidas médicas e viabilizar o novo procedimento.

Reprodução

Família faz apelo para custear 4ª cirurgia no crânio de menina com condição rara

Eloá não tem a presença do pai, a mãe Heuma Sousa arca sozinha com todos os custos, desde consultas a medicamentos. A médica que acompanha o caso, sensível à urgência, realizou a última cirurgia mesmo sem o pagamento integral, gerando uma dívida que a família agora tenta quitar junto dos custos da nova operação em fevereiro.

Para arrecadar os valores necessários, a família está promovendo uma rifa solidária, os números são vendidos a R$ 20,00 cada um, e o sorteio dos prêmios em dinheiro será realizado no dia 30 de janeiro. Após a transferência a pessoa que colaborar deve enviar uma mensagem no whattsapp de Heuma, (65) 99999-0164. Quem quiser doar qualquer valor à menina pode fazê-lo pelo mesmo PIX: 10400668106 (CPF).

HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO

A jornada de Eloá começou cedo. Aos quatro meses, em 2020, ela enfrentou a primeira reconstrução. Aos um ano e oito meses, uma nova cirurgia foi necessária para corrigir uma encefalocele (protrusão do tecido cerebral).

No ano passado, a situação tornou-se crítica novamente com a descoberta de um edema de papila, sinal de que a pressão dentro da cabeça estava alta demais. Eloá passou por uma descompressão cerebral de urgência. Agora, a etapa final consiste na retirada de placas e na reconstrução da parte frontal do crânio.

A cranioestenose, condição com a qual a menina é acometida,  ocorre quando as suturas (articulações) do crânio do bebê se fecham prematuramente, impedindo que o cérebro se expanda adequadamente. Isso pode causar deformidades e, o mais grave, o aumento da pressão intracraniana, que coloca em risco a visão e o desenvolvimento neurológico da criança.

Por ALINE COÊLHO

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